Esse anti-herói é um alienígena humanóide nascido no planeta Czárnia há mais de 400 anos. Tem 1,93 metros de altura e pesa 138 quilos. Tem a pele branca, duas manchas negras acima da boca (que de longe parecem muito com um bigode) e mais duas manchas negras em volta dos olhos (que são vermelhos). Possui superforça, super-resistência, super-estamina, olfato super-desenvolvido, capacidade de cura e regeneração, imortalidade e nenhuma moralidade.
Inicialmente, Lobo foi criado como um caçador de recompensas que recebia a tarefa de capturar o grupo de alienígenas fugitivos que dava título à revista. Após sua primeira participação, voltou em algumas outras edições, sempre com sua dubiedade moral.
Sua história e visual eram diferentes dos atuais. Seu planeta de origem era chamado de Velórpia (e não Czárnia) e possuía a capacidade de se multiplicar quando fosse atingido. Ele é brutal, mas não ao ponto de ser totalmente insensível. Ele até quis libertar conhecidos seus quando os Omega men estavam rondando uma prisão intergalática. Ele não mantém sua atração por promessas, e pode facilmente mudar de lado se a outra parte pagar mais ("Nada pessoal", conforme ele mesmo dizia).
Esta versão de Lobo não matou seu planeta Natal. Nesta versão, os Psions mataram os Velorpianos, Lobo é o último da espécie.
Ele não detém problemas psicológicos, tabagismo ou alcoolismo, mas ainda é bem irônico. Não tão forte quanto sua versão Pós-Crise, ele é bastante veloz, até mesmo puxando a arma de um inimigo para fora do coldre para tirá-la dele.
Ele não utilizava vestimenta ou acessórios punk, mas um traje futurista de cor roxa e laranja; Não falava palavrões, nem gírias (até corrigindo um prisioneiro que falou um, em Omega Man 10). Sua moto não tinha a caveira encrustada, e parecia mais tecnológica. O curioso é que este Lobo podia emanar luz das mãos, para iluminar o ambiente. Velorpia não era nenhum planeta paraíso. Sua população aumentava constantemente (devido a seu sistema de reprodução), o que esgotou seus recursos, e aumentou a ganancia de seus habitantes. Os Psions ofereceram riquezas aos velorpianos para estudar seu sistema de reprodução, e estes aceitaram. Os Psions conseguiram criar então um dispositivo que emulava a reprodução velorpiana em outros seres. Os Psions na verdade temiam que os Velorpianos em sua constante expansão populacional começassem a procurar outros mundos e entrar em conflito com eles. A perspectiva de enfrentar um inimigo que se multiplicava as centenas quando era morto assustava as criaturas. Então os Psions criaram um vírus que tornou os Velorpianos estéreis de certo modo, eles poderiam ainda se autoreplicar, mas qualquer tentativa de reproduzir-se pelos modos naturais resultava em natimortos.
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